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9 de janeiro de 2020

Livros de 2019

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Ano passado, assim como todo mundo, me propus a melhorar meus hábitos de leitura, e consegui bater minha meta pessoal e pouco ousada de 1 livro lido por mês. 

Não se engane, não sou o tipo de leitora que gosta apenas de desenvolvimento pessoal e vem aqui dar um sermão sobre o que leu e como deveríamos nos comportar, na verdade, sou adepta mesmo é de romances no geral, policiais, suspenses, românticos e engraçados, e leio autoajuda para me atualizar.

A ideia desse texto é falar sobre os livros que li e a mensagem que cada um me passou, para compartilhar com quem estiver lendo esta postagem e também queira variar um pouco o estilo de leitura:

1 - Construtor de Pontes, de Markus Susak: é uma leitura pesada e longa, mas com uma história que precisa ser um pouco insistente para continuar a ler, mas que compensa no final, porque com ele vi que podemos dar segundas chances, que não precisamos ser iguais a todos que estão à nossa volta, que estar preparado para o que seja lá que estiver vindo é importante. No fim das contas, esse livro ficou com um espaço reservado no meu coração.

2 - Incrivelmente Simples, de Ken Segall: conta a história de quão sagaz era o pensamento de Steve Jobs em relação às complicações do mundo dele dentro da Apple, também mostra o poder de persuasão, de persistência e de como ele via muito além do que estava ao seu redor para resolver questões que pareciam muito complexas, apesar de seu “gênio difícil”, as mudanças e a forma que ele conduzia o dia a dia dela é que foram realmente inspiradoras para eu mudar próprio jeito de fazer as coisas..

3 - Em algum lugar nas estrelas, de Clair Vanderpool: livro de ficção e aventura, que confesso comprei 100% pela capa, porque é muito bonita. A história é de aventura e suspense, me lembrou um pouco os desenhos que eu assistia na infância e me trouxe leveza na leitura, foi fácil terminar de ler e deu aquela saudade ao terminar, diria que achei o livro “fofinho”.

4 - Tha Phantom of The Opera, de Gaston Leroux: meu primeiro livro lido 100% em inglês e que provavelmente só eu não conhecia a história, mas usava a expressão “parece o fantasma da ópera” em algumas ocasiões mesmo assim. Neste eu aprendi que eu posso superar limites que insisto em colocar em mim mesma, afinal, não achava que seria fácil ler em inglês, e no fim das contas eu gostei da história também, e agora a meta é adicionar 2 livros em inglês este ano.

5 - Nove Desconhecidos, Liani Moriaty: este livro é genial e instigante. É uma sátira a vida de pureza, espiritualidade e leveza que pessoas estressadas gostariam de levar mas não conseguem porque procuram essa “cura” pelos motivos errados, misturado com um suspense daqueles que te prendem página a página, super recomendo a leitura.

6 - Um Lugar Longe Daqui, Delia Owens: preciso dizer que no início achei o drama um pouco exagerado, mas quando a história do livro realmente desenrolou se tornou muito surpreendente. Este livro mostra a força de quem só quer viver, e como o ser humano se adapta a qualquer situação, além de mostrar que nem tudo é como pensamos. 

7 - Um Gato de Rua Chamado Bob, James Bowen: como amante de gatos que sou, logo que vi a existência e a história desse livro, tive que lê-lo. História contada pelo dono do gato, que mal sobrevivia sozinho e o gato o escolheu como seu humano, e a história conta como adotar este gatinho transformou a vida desse homem. E de bônus, a história é real e da para ver vários vídeos na internet de como eles sobreviveram e conquistaram as ruas de Londres. Gostei tanto que também peguei o filme para ver, que claro, não foi a mesma coisa, mas tudo bem.

8 - O Caso da Mansão Deboen, Edgar Cantero: não é o tipo de livro que eu compraria, mas como fui assinante do clube da Intrínseca resolvi dar uma chance. A história é hilária e lembra as aventuras de Scoob-doo e sua turma na busca de solução de mistérios, um pouco infantil, mas também não faz mal a ninguém mexer um pouco com a imaginação.

9 - O Milagre da Manhã, Hal Elrod: como não ler este livro? Por muito tempo fiquei me negando a ler por achar bobagem, mas a verdade é que as palavras deste livro tiveram um poder altíssimo para eu finalmente fazer mudanças na minha vida, me influenciou, não a acordar as 04h da manhã obviamente, mas sim em relação a aproveitar o tempo e ser mais produtiva pessoalmente e profissionalmente, anotei as melhores partes para relembrar de tempos em tempos, vale a leitura, com certeza.

10 - Um Caminho para a Liberdade, Jojo Moyes: livro simplesmente maravilhoso, dito por ela mesmo que é o mais político que já escreveu. Este livro conta a história baseada em mulheres que viveram por volta de 1930 andando a cavalo para fazer entregas de livros de uma biblioteca itinerante, em uma cidade pequena dos Estados Unidos . Uma história viva, emocionante, e cheia de percalços da época, a leitura é gostosa assim como todos os outros livros da Jojo..

11 - Do Mil ao Milhão, Thiago Nigro: como boa sobrevivente das crises passadas e boa poupadora, mas não suficientemente boa para já ter meu primeiro milhão, resolvi estudar um pouco sobre investimentos, e como gerar outras receitas além daquelas que vem da carteira de trabalho oficial. Para mim, muito motivador e me incentivou a ousar mais nas escolhas que faço, e gastar menos, claro. 

12 - Cidade Mágica, Drew Lerman: enquanto passava nas feiras de livros que vendem libro a 10 reais (que eu nunca resisto em dar uma olhada), gostei da capa dele e me surpreendeu um pouco que foi escrito por um adolescente e os comentários faziam comparações ao “Clube da Luta”, é claro que me interessei, apesar da escrita crua de um adolescente, tem muitos fatos históricos e o personagem principal tem estress pós traumático, e conta como é para ele conviver com isso em uma fase que se tem que tomar decisões que impactarão  a transição da adolescência para a vida adulta trazem, gostei.

Enfim, esses foram os livros lidos, pode não ser a melhor lista do mundo, mas eu estava focada em ler pelo menos 12 livros no ano, e consegui. Com a ajuda da Editora Intrínseca e seu grupo, além de dicas que vi que nas redes por aqui.

Para 2020, vem muita leitura por aí e a ideia é dobrar a meta, ler 24 livros, quando terminar escreverei outro texto para contar.

Até mais.

27 de dezembro de 2019

Retrospectiva 2019

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Para começar esta retrospectiva, eu preciso mencionar que ao contrário do que eu disse no final da retrospectiva do ano passado, não, eu não estava pronta para 2019.

Mas para começar essa história, vou contar como ela começou, colocando abaixo uma carta que escrevi para mim mesma no início do ano:

“Querida Marianne, 

Para Dezembro de 2019, eu espero que você tenha cumprido suas metas, esteja otimista sobre o futuro, tenha toda a experiência que você deseja para buscar o futuro que você quer. 
Que você esteja falando inglês sem medo, que esteja estudando e se desenvolvendo.
Que você tenha passado tempo de qualidade com sua família e seja grata por tudo que te representa.
Que seu corpo esteja saudável e no peso adequado, que você esteja se exercitando e cuidando da mente.
Que tenha domado a ansiedade e a jogado para escanteio. 
Que sua auto estima e segurança estejam na galáxia e que nada tire seu sorriso.
Que seu sorriso tenha gerado novos sorrisos.
Que sua liderança tenha transformado pessoas.
Que sua humildade e vontade de aprender te levem ao patamar que você merece de saúde, felicidade e sucesso.
Que você termine sem arrependimentos e com muita gratidão.
Me diga que está feliz e nunca pare de buscar ser melhor.
Beijos, Marianne do passado.”

Quando escrevi essa carta, de fato era outra Marianne, foi falado que se não colocássemos no papel o nosso subconsciente não “faria” acontecer, e sim, muitas coisas dali aconteceram como: estudar, me exercitar, a saúde em dia, algo sobre a ansiedade, estar cuidando da mente e a experiência que ganhei, a minha auto estima melhor também (ando insuportável), outras coisas podem não ter acontecido, mas estão melhores. 

Afinal, foi um dos anos mais incríveis em crescimento profissional e o pior de todos no âmbito familiar, devido a morte tão repentina e precoce da minha mãe, e apesar disso sigo aprendendo alguma coisa, como por exemplo: aceitar o que não posso mudar, (difícil pra p****, diga-se de passagem).

Este ano me deixou mais pé no chão em relação a tudo e aumentou minha desconfiança sobre o futuro, e com isso me fez entender que pouco controlo tudo isso que acontece com as coisas e talvez isso tenha ajudado na ansiedade, não que ela tenha sumido, ainda tenho noites mal dormidas e coração disparado à toa, mas dura bem menos, o que é difícil mesmo de me livrar é dessa tristeza que me assola de vez em quando, mas já faz parte da minha rotina e acho que não vai passar assim tão cedo, outra coisa que preciso aceitar.

Este ano me fez questionar os caminhos que tomei, minhas escolhas e tudo que me fez chegar até aqui, ano passado eu me encontrei como pessoa, este ano eu me encontrei como alma e entendi que está na hora de ser feliz por inteiro e não pela metade, que vale a pena seguir seu coração independente do que virá, pois o momento de transformar e entrar em ação é agora e não depois, existe um sentimento de imediatismo em mim que não tinha antes.

Antes eu era mais otimista, mas tudo bem, pode ser uma fase. Eu ainda acredito em ter um bom coração sem ser trouxa. Eu ainda acredito em amizades verdadeiras, mas evito as não recíprocas. Eu ainda acredito que posso mudar o mundo (pelo menos ao meu redor), mas com um passo de cada vez. Eu ainda acredito no que de bom as pessoas oferecem, mas não acredito em promessas, prefiro avaliar atitudes. Ainda acredito em mudanças, mas só naquelas de dentro pra fora. Ainda acredito em Deus, mesmo sem entender seus caminhos e suas vontades.

Sinceramente, não sei o que esperar de 2020, talvez eu esteja pronta, mais provável que não, seguindo o exemplo de 2019, é melhor baixar as expectativas. 

A única coisa que pretendo fazer é outra cartinha dessa, que escrevi em 3 minutos com as primeiras coisas que me apareciam na mente, e que eu busquei inconscientemente durante todo o ano. Vou estabelecer metas, com cronograma para me organizar melhor, pretendo estudar o triplo e quem sabe ver mudanças de verdade acontecendo ao meu redor.

Desejo a você que não perca o olhar otimista sobre a vida, que faça novos amigos, que veja mais oportunidades do que obstáculos, que cuide da saúde, que beba muita água e use protetor solar. O resto eu sei que você é capaz de realizar, com um pouco de disciplina e determinação, aproveite cada um dos 365 dias que estão por vir, e tente melhorar a si mesmo um pouquinho por dia, sem prejudicar os seus valores. 

Espero terminar 2020 com mais otimismo e mais projetos realizados, é isso. Boa jornada para todos nós, e que venha 2020, de boas.

13 de setembro de 2019

Sobre aquela saudade...


A verdade é que a tristeza se tornou algo inerente a minha vida, pois mesmo nas alegrias eu sinto falta de você para compartilhar, lembrar do seu abraço quente e carinhoso, do seu sorriso e cuidado comigo me causa um aperto de saudade tão grande que é difícil de explicar, eu sinto, e imediatamente meus olhos umedecem e eu simplesmente me calo, porque só de falar ou pensar meu coração dói.
Após essas viagens eu só queria poder voltar e te encontrar e contar como foi bom chegar em casa e te ver, e as saudades que eu senti. 
A vida se tornou um grande vazio, e eu tenho dificuldade em lidar com esse buraco, em sair dele, em respirar nele e todos os dias é uma solidão diferente. 
Sobrou apenas a ausência e a esperança de que um dia vou te ver de novo, não importa quanto tempo demore, te levo no meu coração.

21 de maio de 2019

Obrigada por tudo mamãe!


Hey mamãe, eu ainda não entendi direito, é estranho pensar em nunca mais te ver e te tocar, é estranho saber que tenho que enfrentar esse mundo sem o seu colo pra me deitar quando as coisas não vão bem.
Mas mãe, olha, sempre me lembrarei de quando brigava comigo por não me cuidar direito, ou de como lia meus sentimentos só de me olhar, e eu achando que te enganava disfarçando minhas dores.
Que bom que você existiu na minha vida e me ensinou a crescer, e me preparou para a vida, acreditou em mim, comemorou comigo todos os momentos especiais, sentiu orgulho de mim e me lembro também de todas as vezes que seu olho brilhou de alegria perto de mim. 
Eu não sei como será daqui pra frente, parece que tô vivendo em um mundo diferente, porque sem a sua presença as coisas não parecem iguais.
A senhora sempre me disse "filha, não fica assim, vai passar, tudo passa", eu sei mamãe, tudo passa (e eu passarinho?). Sempre me disse que chorar era bom, e que tem coisa que a gente não consegue mudar, me disse também para confiar em Deus porque Ele sempre sabe o que faz. 
Eu sei mamis, todos os conselhos estão ecoando aqui dentro de mim, de uma forma que não sei explicar, só sentir. Você é minha heroína, minha mulher maravilha, o amor da minha vida, a mulher que mais admiro e tenho orgulho nesse mundo, um exemplo de amor, respeito, companheirismo, de mãe, de amiga, de paciência, de força e garra, de flexibilidade, de paixão pela vida, pelas artes , pelas coisas bonitas e principalmente pela família, a qual se dedicou tanto todos os minutos. 
Sempre foi uma fortaleza delicada, toda preocupada com a família, o amor traduzido em puxão de orelha, de ensinamentos, de pitacos e conselhos. Me ensinou quase tudo que sei, a outra parte sigo aprendendo com o papai. 
A saudade aperta tão forte as vezes, e eu te imagino me consolando, porque quando eu chorava era isso que você fazia. Sei que a senhora estava pronta para isso, mas esqueceu de me avisar para me preparar também, está um pouco difícil mas pode ficar tranquila, você me ensinou como ser forte, e eu acho que aprendi. Me olha aí do céu que eu te olho aqui da terra, sei que encontrou meus avós e deve estar se divertindo e matando a saudade deles.
Mãe, não achei que partiria tão cedo, mas está tudo bem, foi Deus quem quis dessa forma e eu não tenho alternativa a não ser aceitar, a única certeza é que você não partiu, sempre viverá dentro de mim e enquanto eu respirar vou me lembrar de você. Te amo sempre e para sempre. 

29 de abril de 2019

Por que não?


Por que não?
Essa pergunta fica martelando na minha cabeça, enchendo-a de várias possibilidades, algumas impossíveis, outras mais prováveis, mas segue martelando como um eco irritante me lembrando de escolhas que posso estar deixando de lado e que um dia essa pergunta se tornará: “por que não fiz antes?”.
Nós vivemos com o pé no futuro e o olhar no passado, tentando cometer novos erros e não repetir os que já foram cometidos e isso nos impede de ver exatamente o que está na nossa frente.
Por que não começamos a prestar mais atenção agora?
Por que não trocar de caminho já que esse já não mais me parece o melhor?
Por que não começar de novo e começar do zero com algo que realmente acredite?
Por que não me soltar dessas correntes que me seguram na zona de segurança que me impede de ousar e buscar novos horizontes?
A resposta é simples na minha cabeça: medo.
Medo de não dar certo.
Medo de errar.
Medo de me julgarem.
Medo de me arrepender.
O medo é igual um amigo pessimista, ele te avisa sobre todas as coisas ruins que podem acontecer caso pegue o caminho A ou B, e te faz pensar mil vezes antes de fazer aquilo que realmente tem vontade.
O medo é o antagonista da coragem, ela sabe que ele existe mas ele não consegue segurá-la, a coragem segue em frente, sabendo de tudo que pode acontecer de bom e ruim, o que acontece é que a coragem foca no que pode dar certo e o medo no que pode dar errado.
Essa guerra é  infinita e de repente quando menos se espera, existe o medo até de trocar o prato que se pede no restaurante, com medo de experimentar algo novo e de não gostar.
Quanta raíz para pouca estrada.
E dessa forma sigo me perguntando: “e por que não?”
Por que não tentar algo novo?
Por que não experimentar aquele sabor diferente que quase ninguém pede e quem pede jura que é dos deuses?
Por que não ouvir a voz interior ao invés de ficar preso a olhares e julgamentos que não conhecem a sua história?
Por que não?
Por que não dar um chega pra lá no medo e resgatar a coragem escondida embaixo da cama e seguir o caminho que se quer?
Por que não escolher a vida que se quer ao invés de só ficar sonhando com isso?
Quem muito dorme sonha, quem acorda realiza!
Por que não começar isso hoje?

30 de janeiro de 2019

Ao som da vida



A vida é como uma música que nunca acaba e que vira e mexe cria um novo refrão.
Começa doce, uma melodia gostosa, sem demonstrar muito a que veio e quando a gente se dá conta já está dançando sozinho pela sala com um sorrisinho besta no rosto e nos giros, ao vento do ventilador é que se percebe que o som vem é de dentro e vibra como a batida de uma música eletrônica, e às vezes grita como um solo de guitarra.
E no ritmo desse bumbo gigante as vezes nos vemos presos em um refrão que nunca para de se repetir, mais parecem aquelas músicas grudentas que começam como febre e terminam com um desprezo daquela rotina que nunca muda.
De qualquer forma, vez em quando a vida é valsa, flutuando lisa pela pista e com rodopios ensaiados, que aos olhos alheios soa tão perfeito que parece não existir mais nada além daquele momento e o som do piano ao fundo.
Hora ou outra, a vida se transforma em uma mistura gostosa de sertanejo com pagode que você não sabe se sai pro arrocha ou se sai sambando por aí ao som da mão acelerada no pandeiro. Mas que é gostoso apenas ver as pessoas dançando e descansar os pés isso ninguém nega, faz bem pra alma.
E às vezes a vida é simplesmente um baile funk, você não sabe muito bem porque está ali, mas quando chega sente a energia e já sai rebolando na multidão como se tudo que existisse fosse o batidão e ninguém pudesse te segurar seguindo o baile.
Tudo bem, nem sempre é assim tão agitado e está tudo bem, afinal para cada fase existe uma canção, e seja no timbre de Marisa Monte ou aos gritos de Slipknot, a vida nunca perde seu ritmo e simplesmente aproveitar cada nota faz tão bem que ninguém liga se desafinar, porque daí é só ajustar e continuar acompanhando, até porque, o refrão sempre volta, mas sempre podemos contar com o clímax de uma música boa, basta procurar pela batida que te faz feliz.

31 de dezembro de 2018

Retrospectiva 2018



O ano está quase acabando e que ano maluco, não é?
Parece que se passaram 3 anos em um 1 só, até porque aconteceram tantas coisas doidas, tantas reviravoltas e tanta coisa que eu nem imaginava. 
Em 2018 eu comecei na praia, nas ondas e me deliciando com uma sensação que eu não me permitia por medo, e mal sabia que aquele momento era um presságio do ano que viria.
Apanhei como nunca da vida, mas passo bem. (uf!)
Sofri invasão de baratas e de privacidade. Passei por pequenas loucuras e grandes níveis de insanidade, tive uma felicidade plena com direito a vento no rosto e uma paisagem estonteante e também tive dias que o desespero e a ansiedade tomaram conta de mim.
Ano comprido, mas foi muito bem vindo!
Não tive tempo de pensar, pois era correr ou ser atropelada. Decidi correr e nessa correria toda eu me encontrei, meio que trombei comigo mesma no meio do caminho em um dos dias mais loucos do ano e, depois disso, ao ver o quanto eu me sub-estimava percebi que eu não estava feliz e decidi tomar as rédeas e então não tive dúvidas, eu parti mesmo pro rumo certo! 
E nessa estrada tortuosa até me dei a chance de errar, me permiti recomeçar, me deixei descansar, desconectar, voltei a acreditar, comecei a agradecer, aprendi a perdoar e respirar de novo. 
Olhei então para mim e me surpreendi, porque eu gostei mesmo muito do que vi.
E olha, quando eu começo a contar, ninguém acredita! Mas uma coisa eu digo, que ano meus amigos, que ano!
Ano bom demais, de muito aprendizado e desconcerto, mas totalmente ileso de arrependimentos. Ano para lembrar e agradecer a Deus por todas as oportunidades que vieram e por me guiar em todas as decisões. 
Que 2019 o aprendizado continue, mas o desespero diminua. Que o drama acabe e que a vida seja leve e prazerosa igual propaganda de margarina, tudo que desejo para mim e para todos é que seja um ano de muita luz, de muita riqueza, de muita felicidade, amor e prosperidade!
Vem 2019, eu estou pronta!